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As “conotações racistas” sobre o futebol africano

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Por revista BANTUMEN

Ainda nem a CAN tinha começado e já se falava dela na imprensa pelas piores razões. Há semelhança do que tem acontecido nos anos anteriores, jogadores e ex-jogadores apelavam a um maior respeito, quer da imprensa, como das organizações internacionais (sobretudo europeias) pela maior competição africana de futebol.

Se nos clubes de peso ingleses ou franceses jogadores cruciais vêem ser-lhes impostas dificuldades para integrarem as suas respetivas seleções, por parte da imprensa o menosprezo pela CAN não é menor.

Neste domingo, 16, em Portugal, há um título em especial que reivindica a falta de noção, racismo e intencionalidades dúbias, que não são observadas em relação a uma Copa América ou Europeu. E, entre outros temas relativos à CAN, é precisamente sobre isso que falou-nos o treinador e comentador desportivo Daúto Faquirá. “Essas denominações, conotações que são dadas ao futebol africano, de futebol selvagem, são conotações racistas (…) são resquícios do colonialismo”, indica o mister à BANTUMEN.

Na entrevista, que aconteceu antes de a Guiné-Bissau realizar o seu segundo jogo na CAN [que perdeu 0-1 contra o Egipto], Daúto falou também sobre a exibição e expectativas dos djurtus, que cria uma sensação “de que vai ser difícil passar à próxima fase”.

O treinador indica ainda que, apesar de as equipas da Guiné e de Cabo Verde, não terem à frente grandes estrelas, no conjunto, pela forma como se têm defendido, há motivos de esperança para ambas.

Veja o vídeo completo da entrevista realizada via zoom

Fonte: BANTUMEN

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